Pouco depois das férias de páscoa, no meu terceiro ano, enquanto tomavamos o pequeno almoço, uma colega abordou-nos. Estranhamos. Normalmente andava sempre com a namorada, depois raramente falava com rapazes...
Quando entrei para a universidade já havia os não adeptos das praxes. Nunca pensei juntar-me a eles, mas nunca imaginei que eles perdessem tanto.
Afinal de contas, algumas das minhas praxes foram precisamente o que durante os sete ou oito anos que demoraram a acabar o curso eles mais procuraram... e nunca conseguiram.